O DIREITO É SEU?

Pensando muito sobre nossa proposta do Desperte nos veio em mente outro grande espaço pra gente.

A ideia é a seguinte: Percebemos desde nossa época e até agora de nossos estudantes, uma grande distância do Direito. Muitas das vezes é um processo de aprendizagem meramente decorativo, em que o estudante não se coloca, ao estudar, interessado como cidadão e futuro operador do Direito, as vezes, não há sequer um esforço de vizualização prática do que é estudado, muito menos um
senso de crítico. Isso contribui para um estudo massante e desinteressado. Consequentemente, uma formação, que resulta em estudantes medianos e com grande dificuldade na preparação no exame da ordem e vida profissional.

Um das grandes barreiras dos estudantes não só na trajetória do curso, mas também na hora de estudar para o Exame da Ordem que muitas vezes da forma como é passada distância o aluno do direito e há uma falta de reconhecimento, bem como de proximidade mesmo com a pauta e acaba não se percebendo verdadeiramente como operador do direito e isso dificulta muito no processo de aprendizagem, na prova da OAB e depois para execução da vida profissional, seja ela qualquer que seja qual carreira for escolhida.

A ideia desse projeto é trazer rodas de conversa mais intimistas, debates em que serão ofertados os temas a toda atividade acadêmica sobretudo os examinandos no Exame da Ordem para que os temas sejam colacionados com professores especialistas sempre com a explanação e algumas perguntas provocativas para que o aluno se sinta parte daquele direito, se sinta questionado, se sinta realmente repensando e incluído na pauta do direito, tanto como cidadão e também como um agente propositor, como um pensante sobre o direito.

A ideia é simplificar, trazer para o dia dia de uma forma mais palpável e ter mais presença no direito, mais ancoramento muito inspirado numa compositora pernambucana

* pra quem não conhece, a referência do nome do evento foi em um trabalho de uma dançarina e compositora pernambucana a Flaira Ferro, que tinha percebido que apesar de ser bem premiada, o frevo na vida dela era uma mera reprodução. Em uma fase de autoconhecimento ela começou a ressignificar a dança e criou o “esse frevo é teu”? Mas como estamos em Sergipe, honramos a inspiração, mas preferimos usar o “SEU”. 
O direito é seu?